Um divórcio traumático e a perda do sentido da vida. Este é o principal mote para o início da viagem de libertação feita pela autora Elizabeth Gilbert em “Comer Rezar Amar”, grande sucesso literário e recentemente adaptado para o cinema. O trauma sofrido pela autora a leva por uma viagem na tentativa de reerguer sua vida profissional e espiritual. Saindo de sua zona de conforto, passa pela Itália, Índia e Indonésia. Em cada um dos países, descobre os prazeres de vida. Aprende italiano por puro prazer, delicia-se com os quilos extras que ganha (e que eram necessários depois da perda de peso com o divórcio) e conhece facetas diferentes de cada lugar por onde passa. A libertação prossegue pela Índia, onde aprende a meditar e consegue efetivamente esquecer dos ex-amores. Aprende a lidar com a diferença de cultura, de hábitos e conhece novos amigos por onde passa. Finalmente, na Indonésia, conhece um novo amor , seguindo os conselhos dados pelo amigo americano na Índia. E a vida começa a tomar fôlego novamente. Extremamente espirituoso , o livro é uma leitura suave e divertida. Em sua busca espiritual por Deus, a autora trava discussões divertidas com sua mente, relatadas de forma [...]
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Comer Rezar Amar: O livro
21/02/2011 - 00:46 -
Música de Anime
20/02/2011 - 21:28Músicas de Animes são músicas, geralmente, em japonês. Existem algumas expressões do inglês, como “IMEEJI” (Image, Imagem), que são usadas em músicas. Como são músicas japonesas, muitos leigos confundem e acham que são músicas lerdas, similares ao estilo Enka; contudo, essa concepção está mais que ultrapassada: De 1990 para frente, os instrumentos mais usados para músicas, especialmente de Animes e relacionados, foram a Guitarra, Bateria, Baixo, Violino, Teclado. Sim, alguns são sons parados, outros são metalzões pesados. Alguns exemplos de músicas “paradas” de Anime são: You raise me up – Abertura do Anime Romeo x Juliet, é uma música bem lírica. Kioku – Abertura de um dos OVAs (Original Video Animation) de .hack//. Wings of Words – Última abertura do Anime Gundam Seed Destiny. Mas é muito mais fácil encontrar músicas agitadas como: WILD FANG – Abertura de um jogo japonês chamado Rockman X8 (Megaman X8). Cantada pela banda de J-Rock (Rock japonês) Janne Da Arc. Shangri-La – Abertura do Anime Soukyuu no Fafner. Cantada pela banda “angela”, que também cantou a música “Spiral”, do anime Asura Cryin’. Ringo Mogire Beam – Abertura do Anime Zoku Sayonara Zetsubou Sensei. Cantada por Kenji Ootsuki & Zetsubou Shoujo-tachi (Ootsuki Kenji e as [...]
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Anime no Brasil e no Mundo
20/02/2011 - 21:26Os animes tiveram tanta repercussão que começaram a ter influência em outros países, sobretudo nos Estados Unidos e Brasil. Diversos Animes, como Code Geass e Gundam Wing, tiveram seus direitos comprados pelos EUA e re-dublados, e exibidos nos EUA. O sucesso dos animes acabou atingindo até o Brasil. Em meados da década de 90, existia a famosa Rede Manchete (Atual RedeTV!), que exibiu diversos Animes, dentre eles Captain Tsubasa (Super Campeões), YuYu Hakusho, Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco), Sailor Moon, Samurai Warriors e (Tenkuu Senki) Shurato. O sucesso foi tão grande que fez a emissora Rede Band exibiu o seriado (não-anime) Ultraman Tiga, que também fez sucesso. Interessante notar o tamanho sucesso que teve Super Campeões no Brasil. Foi tanto sucesso que a RedeTV! comprou uma série chamada Inazuma Eleven (Tradução literal: Trovões Onze), que foi chamado de “Super Onze” e teve sua exibição no ano de 2010. Pouco antes de Super Onze, passava o Anime “Kodai Oja Kyoryu Kingu”, chamado de Dinossauro Rei. Fora estes, diversos Animes também foram comprados por emissoras brasileiras. Record exibiu Pokémon, a Globo exibiu Digimon e Yu-Gi-Oh! e a Band exibiu Tenchi Muyo e Jibaku-Kun (Bucky). Isso na TV aberta. Nas TV’s a cabo, [...]
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Anime? É de comer?
20/02/2011 - 21:22Anime é um termo usado para abreviar o termo “animation” (animação). Várias pessoas o definem como “Desenho animado japonês”. Para conhecer o mundo do “Anime”, é preciso antes saber sobre o famoso Mangá, popularmente dito como “Quadrinhos japoneses”. O Mangá tem um fator crítico que o diferencia dos Gibis/HQs e afins: Geralmente, é todo em branco e preto, com traços originais – ao invés dos olhos pequenos e personagens musculosos vistos em HQs da Marvel, ou as formas pequenas voltadas ao público infantil dos Gibis (ex. Turma da Mônica), o desenho tipo Mangá é caracterizado pelos olhos grandes, a infinidade de cores de cabelo e a grande quantia de expressões. Geralmente, Animes são gerados após o sucesso de um determinado Mangá, mas isso não faz a parada da produção do mesmo Mangá. Um exemplo disso é o famoso Anime e Mangá “One Piece”. A série em Anime tem mais de 150 episódios e mais de 200 Mangás lançados. Claro que, nem sempre os Animes ficam tão parecidos com a versão em Mangá. A história… Animes foram criados em 1933, mas só foram melhor reconhecidos em 1970, criando vários gêneros de Anime. Um dos mais conhecidos (que vivem desde essa época [...]
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Diário da Turma 1976-1986: a História do Rock de Brasília
19/02/2011 - 19:30A história do rock de Brasília é um capítulo importante da história do rock brasileiro, pois a década de 80 foi o berço de formação para o rock nacional. Muitas bandas famosas da cena surgiram nessa época, e várias histórias envolvendo as bandas e a formação da cena rockeira dos anos 80 são contadas neste livro. O “Diario da Turma” é um livro com sabor de anos 80, apresentando desde a origem de termos como a Rockonha (as festas rockeiras regadas a erva e citadas pelo Legião Urbana), a origem da Turma da Colina (Fe, Flavio e Renato Russo), que reuniu o inicio do Capital Inicial, tudo é contado atraves de depoimentos dos artistas da época desde 1976, quando houve o surgimento do punk rock na Inglaterra e a principal inspiração dos garotos de Brasília, até 1986, quando as principais bandas já estão saindo da capital federal rumo ao sucesso. Dos inúmeros depoimentos usados no livro, há de vários famosos e de outros que não chegaram à fama – há falas de integrantes da Legião Urbana, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso, do Capital Inicial entre outros. Um depoimento que seria de grande importância seria o de Renato Russo, falecido em [...]
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Crepúsculo e a volta dos vampiros
19/01/2011 - 23:46Recentemente, fiz uma leitura um pouco diferente da usual. Escolhi um best-seller “adolescente”, a primeira parte de uma das sagas literárias mais comentadas dos últimos tempos. “Crepúsculo” é o primeiro livro da série vampiresca criada pela norte-americana Stephenie Meyer, e que logo se tornou fenômeno de vendas e crítica, por sua cativante história de um romance impossível. Tudo se inicia na pequena cidade de Forks, quando a adolescente Bella Swan, branca, pálida, intelectual e pouco afeita a badalações vai morar com seu pai. A princípio apenas desejando abandonar a cidade o quanto antes, logo começa a mudar de idéia quando nota a presença do jovem e belo Edward Cullen, um estranho igualmente recluso e dono de comportamentos estranhos, que ganha o interesse e o carinho da jovem ao salvá-la de perigos e situações inoportunas, e aos poucos, revela sua verdadeira natureza e desejos. Como peça literária, a história em si não traz novidades, pelo contrário, segue a receita do romance feito para adolescentes: há uma jovem indefesa, desastrada e que se julga fora dos padrões, um jovem bonitão, de beleza quase perfeita e cheio de mistérios e sofrimento, e um grupo de vilões para acabar com o romance perfeito. A [...]
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Dr. House estréia como escritor
19/01/2011 - 23:42O britânico Hugh Laurie tornou-se mundialmente conhecido por sua atuação como o Dr. House na série homônima. Além de seu famoso personagem, sua carreira inclui várias participações no cinema e teatro, em trabalhos com Kenneth Branagh, Emma Thompson e Geena Davis. Em sua primeira incursão literária, o ator investe no gênero suspense policial e se sai surpreendentemente bem, mirando sua estréia em ambiente completamente diferente dos corredores hospitalares da série famosa. Em o “O Vendedor de Armas”, o personagem principal, Thomas Lang, é um militar aposentado que recebe a incumbência de assassinar uma pessoa, porém muda de idéia e decide alertar o indivíduo. Sua conduta gera todos os ingredientes do gênero espionagem: muitas reviravoltas, mulheres e reviravoltas em vários países. O estilo literário de Laurie em muito lembra as características do médico House, denotando total imersão do ator com o personagem. Percebe-se isto nas palavras e descrições de Lang: Como House, o personagem é bastante irônico e sarcástico, pouco avantajado fisicamente, mas com grande senso de controle e esperteza. Aparentando ser mais velho do que o personagem, Laurie recentemente vendeu os direitos do livro para a MGM e já está trabalhando no roteiro do filme que deverá ser estrelado por [...]
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O cotidiano sob o olhar de Hal Hartley
18/01/2011 - 19:57O americano Hal Hartley faz parte daquela corrente de diretores que ajudaram a criar um estilo próprio de filmar – são autores de cinema alternativo, que trabalham com temas cotidianos sob uma ótica bastante crítica e cheia de detalhes e observações sobre o comportamento humano. Embora faça parte da mesma corrente que trouxe cineastas como Jim Jarmusch ou Gus Van Sant, tornou-se um cineasta cult, sem nunca ter feito parte de grandes produções nem ter criado obras totalmente fora-de-circuito. Seus filmes sempre trabalham sobre o plano do cotidiano, expondo o tédio e o ridículo da vida através de personagens e situações comuns, que mudam com pequenos eventos, comportamentos isolados e a quebra da monotonia da vida. Em 1988, lançou seu primeiro filme, ‘The Unbelievable Truth’, com sua grande parceira de outros filmes, Adrienne Shelly. A história, de uma simplicidade latente, mira em torno do romance de uma adolescente (Shelly) com um mecânico de passado criminoso. Hartley iniciou com este filme seu estilo de fazer cinema: diálogos inteligentes, pautados sobre o significado da vida em observações filosóficas, uma câmera de movimentos precisos e pouco ou nenhum tipo de efeito, apenas os cenários naturais. A qualidade de sua obra, os diálogos criativos [...]
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Dr. House estréia como escritor
17/01/2011 - 23:15O britânico Hugh Laurie tornou-se mundialmente conhecido por sua atuação como o Dr. House na série homônima. Além de seu famoso personagem, sua carreira inclui várias participações no cinema e teatro, em trabalhos com Kenneth Branagh, Emma Thompson e Geena Davis. Em sua primeira incursão literária, o ator investe no gênero suspense policial e se sai surpreendentemente bem, mirando sua estréia em ambiente completamente diferente dos corredores hospitalares da série famosa. Em o “O Vendedor de Armas”, o personagem principal, Thomas Lang, é um militar aposentado que recebe a incumbência de assassinar uma pessoa, porém muda de idéia e decide alertar o indivíduo. Sua conduta gera todos os ingredientes do gênero espionagem: muitas reviravoltas, mulheres e reviravoltas em vários países. O estilo literário de Laurie em muito lembra as características do médico House, denotando total imersão do ator com o personagem. Percebe-se isto nas palavras e descrições de Lang: Como House, o personagem é bastante irônico e sarcástico, pouco avantajado fisicamente, mas com grande senso de controle e esperteza. Aparentando ser mais velho do que o personagem, Laurie recentemente vendeu os direitos do livro para a MGM e já está trabalhando no roteiro do filme que deverá ser estrelado por [...]
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Crepúsculo e a volta dos vampiros
17/01/2011 - 22:19Recentemente, fiz uma leitura um pouco diferente da usual. Escolhi um best-seller “adolescente”, a primeira parte de uma das sagas literárias mais comentadas dos últimos tempos. “Crepúsculo” é o primeiro livro da série vampiresca criada pela norte-americana Stephenie Meyer, e que logo se tornou fenômeno de vendas e crítica, por sua cativante história de um romance impossível. Tudo se inicia na pequena cidade de Forks, quando a adolescente Bella Swan, branca, pálida, intelectual e pouco afeita a badalações vai morar com seu pai. A princípio apenas desejando abandonar a cidade o quanto antes, logo começa a mudar de idéia quando nota a presença do jovem e belo Edward Cullen, um estranho igualmente recluso e dono de comportamentos estranhos, que ganha o interesse e o carinho da jovem ao salvá-la de perigos e situações inoportunas, e aos poucos, revela sua verdadeira natureza e desejos. Como peça literária, a história em si não traz novidades, pelo contrário, segue a receita do romance feito para adolescentes: há uma jovem indefesa, desastrada e que se julga fora dos padrões, um jovem bonitão, de beleza quase perfeita e cheio de mistérios e sofrimento, e um grupo de vilões para acabar com o romance perfeito. A [...]